2014

A arte do tururi

Documentário realizado pelo Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) em parceria com a exposição Mira! – Artes Visuais Contemporâneas dos Povos Indígenas. O vídeo traz indígenas do povo Ticuna, que vivem na região do Alto Solimões, no Brasil, ensinando a técnica da produção do tururi, tela feita com a fibra da entrecasca de uma

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Caroá

Adaptação do documentário – Caroá – Direção de Abdon Bucar, Fotografia de Marcelo Silveira, Montagem de Altamar Alexandre de Queiroz O Caroá (Neoglaziovia variegata) é uma planta terrestre ou saxícola, da família das bromeliáceas, nativa do Nordeste do Brasil. Possui poucas folhas lineares e acuminadas, dispostas em roseta. Suas folhas fornecem longas fibras, de grande

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Dia 10 – dia do comercio justo – juntos !

Artesol celebra o Dia Internacional do Comércio Justo com ação especial   Oscip coordena parceria entre lojas de artesanato para incentivar o consumo de produtos de artesanato de tradição brasileiro Em comemoração ao Dia Internacional do Comércio Justo, celebrado no dia 10 de maio, a Artesol – Artesanato Solidário – apoia e participa da celebração proposta

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“Flor Brilhante e as cicatrizes da pedra”- documentário

Flor Brilhante é a matriarca de uma família indígena de rezadores Guarani-Kaiowá que  vive na reserva de Dourados-MS, Brasil. Lá, cerceados de seu modo de viver  originário, tentam sobreviver preservando conhecimentos e hábitos da cultura dos  antigos, enquanto convivem com os efeitos e mazelas causados pelas explosões  continuas de uma usina de asfalto, que dinamita

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Uleialu Mehinako – cerâmica Waurá

http://www.youtube.com/watch?v=QpQnubjbFN0'%5D Uleialu Mehinako aprendeu a tradição das panelas com sua irmã Yexuku Waurá, filha do segundo casamento de seu pai.Os Waurá são muito próximos dos Mehinako na língua com certas variantes, em trocas comerciais e intercasamentos. É sempre uma surpresa prazeirosa receber Uleialu no Ponto Solidário. Muita decidida sai carregada, trazendo até mesmo bancos e outras peças. E ela vem

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Boneca karajá

Quando, em fins do século XIX e início do século XX, os primeiros etnólogos a registrarem aspectos da cultura e da vida social dos Karajá, os alemães Paul Ehreinreich (em 1888) e Fritz Krause (em 1908), chegaram em território Karajá, nas cercanias da Ilha do Bananal, aí encontraram uma sociedade bem estabelecida e estruturada, muito

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