Quem Somos

A história do Ponto Solidário

Fundado em 2002, o Ponto Solidário, arte sociocultural, é uma associação sem fins lucrativos

Nossa estrutura interna está definida por um Conselho, uma Assembleia e um corpo administrativo, onde estão nossas fundadoras.

Virine do Ponto Solidário a noite, 2013

Missão

Gerar trabalho e renda, através de divulgação e comercialização da produção artística e artesanal brasileira, atendendo aos critérios do comércio justo e solidário e promovendo a identidade cultural.

fachada da casa ensolarada
Ponto Solidário e a Casa Amarela, 2012

Visão

Ser agente de transformação social e referência entre produtores e consumidores através de seu espaço físico e virtual, de redes e parcerias, segundo os critérios do comércio justo e desenvolvimento sustentável.

Conselho

Katia Sarue – Presidente

Ana Fisch – Vice Presidente

Maria Paula de Almeida – Fundadora e Tesoureira

Mariana Campanatti – Conselheira de Comunicação

Felipe Gasko – Consultor Conselheiro

Jaques Weltman – Consultor Comercial

Assembleia – O Conselho tem mandato de 2 anos e reuniões deliberativas são feitas a cada dois meses e/ou conforme as necessidades, em Assembleia Geral a cada dois anos, contando com “amigos do Ponto” , conselheiros importantes e interessadas no artesanato tradicional brasileiro, que contribuem significativamente para os rumos e fortalecimento do Ponto Solidário.

Corpo Administrativo

Curadoria: Odile Sarue

Gerência Financeira: Maria Paula de Almeida

Projetos Externos e Institucionais: Katia Sarue 

Gerência da Loja e vendas:  Deborah Stedile

Vendas externas e manutenção do site:  Naldo (Josenaldo) da Silva

Midias Sociais: Paula Staniscia
 
Saiba mais sobre o estatuto no arquivo abaixo
ATA e Estatuto Associção Ponto Solidário_2017-2019

Breve Histórico

O Ponto Solidário foi fundado em 2002, pelo Espaço Cultural Yázigi como um projeto social do Instituto de Idiomas Yázigi. Em 2005 constitui-se como uma Associação independente, mantendo-se ainda com o apoio do Yázigi, na Sede da Av Nove de Julho. Em 2008 trouxe para suas dependências o Museu Xingu, o que possibilitou uma visitação e vizibilidade maior ao Museu, na época ainda denominado como Sala Xingu. 

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Fachada do Ponto Solidário em 2006 na Av. Nove de Julho
Em 2011 mudou-se para a Casa Amarela, na Rua José Maria Lisboa 838, assim como o Museu Xingu e o Acervo de obras de Arte do Yazigi (atual Instituto de Arte e Educação, IAED).
Uma nova fase se iniciou na Casa Amarela, a independência financeira tornou-se fundamental, um conselho de jovens bem atuantes foi constituido e muito trabalho realizado. O logo e toda a comunicação visual,  mudados,  contatos fomentados, e aos poucos o Ponto Solidário adquiriu a indepência financeira almejada.

Hoje na Casa Amarela, num ambiente que respira a arte e acolhimento, a identidade e propóstos estão consolidados

Fundadoras

Da esquerda para a direita as fundadoras: Odile, Paula e Idália. Ponto Solidário da Av. Nove de Julho em 2007

Maria Paula de Almeida –  Engenheira e curadora do Espaço Cultural Yázigi, foi responsável pelos alicerces e as bases para a criação do  Ponto Solidário em 2002, consolidando a parceria com o Instituto de Idiomas Yázigi.  

Odile Sarue –  Terapeuta Ocupacional, trabalhou no Manicômio judiciário do Juquery em Franco da Rocha. Foi fundamental para o equilíbrio da Associação mantendo-se sempre firme mesmo nos momentos difícies e superando todas as crises.

Idália de Almeida –  Artista e artesã colaborou com maestria na curadoria do Ponto Solidário, desde a escolha dos objetos como no relacionamento com artesãos e clientes.  É a responsável pela “alma”do Ponto Solidário

Como selecionamos os nossos produtos

Desenho do artista Renato Andrade, Ponto Solidário na Av Nove de Julho. em 2007, presente em comemoração aos 5 anos
Ao adquirir um produto, o Ponto Solidário considera de suma importância os seguintes critérios: 
  • a identidade cultural
  • qualidade de materiais e execução
  • a inovação e originalidade
  • a matéria-prima obtida através de práticas ambientais sustentáveis
  • valorização da pessoa pelo trabalho
  • a capacidade de produção da comunidade

Todos os produtos são identificados quanto a sua origem regional e institucional e contam sua história.

 

O mix de produtos usa como matéria prima:
  • Fibras naturais, taboa, buriti, capim dourado, palha de milho, banana, carnaúba, arumã, imbira ,tucumã etc.
  • Cerâmicas em queimas diversas e barros coloridos
  • Madeiras recicladas e certificadas ou como no caso das comunidades indígenas com procedência conhecida
  • Tecelagem em teares artesanais com fiações manuais e tingimentos naturais, fios industriais e reciclados de pet
  • Couros reciclados e naturais
  • Metais: ferro, alumínio reciclado, latas, cobre, zinco, latão, prata
  • Reciclados de papel, revista, tecido, vidro, bagaço de cana, garrafas pet, sacolas plásticas, fitas de vídeo, etc.
Idália (terceira, da esquerda para a direita) com o Grupo Mãos a Obra do Instituto Sociambiental, ISA em visita ao Ponto Solidário em 2007

O Ponto Solidário acredita

 

  • que a cultura popular brasileira é muito rica e deve ser valorizada
  • que a geração de renda com a capacitação das comunidades se viabiliza se os produtos são comercializados de uma forma mais efetiva e constante
  • que o artesanato é uma atividade sustentável, traz alegria e é de um “tempo humano”, como diz o poeta Octávio Paz
  • que o comércio pode ser diferente, valorizando o fornecedor e o cliente, no lugar das práticas tradicionais
  • que a geração de renda pelo artesanato de raiz além de ser importante para manter viva a tradição e cultura, mantém o artesão em sua comunidade e é uma alternativa de trabalho, também para as novas gerações, que hoje já se mostram bem mais interessadas
  • na recuperação da dignidade, da auto estima e inserção na sociedade de pessoas em situações de pobreza e marginalidade
  • que o trabalho artesanal, com muitas mulheres à frente, é uma atividade que ajuda no orçamento familiar sem prejuízo do cuidado com os filhos e tarefas diárias. E muitas vezes, tem demonstrado envolver toda a família no ofício

O Ponto Solidário ocupa um espaço na deliciosa Casa Amarela, que abriga também o Museu Xingu e o Café da Casa.