“A xilogravura consiste em talhar figuras e textos num uma pedaço de madeira com com buril ou canivetes e facas bem amoladas. As partes altas que receberão a tinta é que imprimem a imagem no papel.

A xilogravura e os cordéis caminham juntos. No começo do século XIX, ilustrações para anúncios, rótulos, cartas de baralho, periódicos e livros se utilizavam dessa técnica. O Jornal Mossoroense(RN), um dos mais antigos do Brasil, continha vinheta e ilustrações,  feitas em xilogravura por seu dono João da Escóssia, considerado o primeiro xilógrafo potiguar.

Muitos do xilógrafos no nordeste, vieram do cordel, entre eles: Abraão Batista, José Costa Leite, J. Borges, Amaro Francisco, José Lourenço e Gilvan Samico. José Francisco Borges é considerado um dos mais importante nomes da gravura brasileira, escreveu mais de 200 cordeís. Sua obra retrata o cotidiano do homem do Nordeste, a cultura e a luta do povo na vida do sertão.

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