Fruteira G capim dourado

Muitas comunidades se caracterizam pelo tipo de trançado utilizado nas cestarias, seja pela origem e influências ou pela matéria prima disponível na região. Segundo a definição de Berta Ribeiro, esta importante técnica de manufatura, utilizando a mão desarmada ou os dedos em atividade prensil, remonta de 11 mil a.C.

R$ 120,00

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A Associação Comunitária de Mateiros no Tocantins defende os interesses do "ouro do cerrado", o capim dourado, só encontrado nessa região. Ao artesanato tradicional do trançado de capim dourado com fios da palmeira Buriti, técnica aprendida com os índios por Dona Miúda foi acrescido o design do paulista Renato Imbroisi, introduzindo formatos como sousplats e pufs mais atrativos para os grandes centros. A comunidade local abandonou a lavoura e uma tarefa antes realizada pelas mulheres para uso próprio passou a ser desenvolvida por todos da região, levando quase à extinção do capim e muitos atravessadores no percurso. Algumas medidas foram tomadas. Criaram reservas florestais e foram cadastrados pelo Ibama os artesãos autorizados para a extração e manejo sustentável, que só ocorre em agosto e antes do período das chuvas.

O artesanato de Capim Dourado foi introduzido nas comunidades do jalapão através de Dona Miúda,que aprendeu com sua mãe , filha de índia, a trançar o capim.

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Medida: 38(comp)x 32(larg)x10(alt)

Fruteira G capim dourado