Cesto cargueiro - etnia Mehinako- Xingu

Muitas comunidades se caracterizam pelo tipo de trançado utilizado nas cestarias, seja pela origem e influências ou pela matéria prima disponível na região. Segundo a definição de Berta Ribeiro, esta importante técnica de manufatura, utilizando a mão desarmada ou os dedos em atividade prensil, remonta de 11 mil a.C.

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Segundo o Dicionário do Artesanato Indígena de Berta G. Ribeiro, cestaria é o conjunto de objetos – cestos-recipientes, cestos coadores, cestos-cargueiros, armadilhas de pesca e outros – obtidos pelo trançado de elementos vegetais flexíveis ou semirígidos usados para transporte de carga, armazenagem, receptáculo, tamis ou coador. Variam em tamanho, forma, decoração, técnica de manufatura, mas obedecem basicamente às exigências ditadas por sua funcionalidade. As sociedades indígenas no Brasil são detentoras das mais variadas técnicas de confecção de trançados, utilizando-se delas para a confecção de cestos, que estão entre os objetos mais usados, pois estão associados a vários fins.

O conjunto de objetos incorporados à vivência de uma determinada sociedade indígena expressa concretamente significados e concepções daquela sociedade, bem como a representa e a identifica. Como arte, em cada peça produzida existe também uma preocupação estética, identificando o artesão que a produziu .

Os cestos cargueiros, como diz o nome são destinados ao transporte de cargas.

Altura: 34 cm, Ø: 35 cm

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Cesto cargueiro – etnia Mehinako- Xingu